Mercado financeiro aguarda tarifaço dos EUA, que afetará renda variável e setor siderúrgico.
O mercado financeiro está em alerta com a expectativa do anúncio de Donald Trump sobre as tarifas recíprocas. Trump é conhecido por suas decisões ousadas e surpreendentes, e essa medida não é exceção. A impaciência é grande, e todos estão ansiosos para saber como as tarifas afetarão a economia global. Trump está pronto para fazer o anúncio, e o mundo está esperando com atenção.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é um republicano convicto e tem sido um defensor das políticas econômicas que beneficiam seu país. Com a implementação das tarifas recíprocas, Trump busca proteger a indústria americana e criar empregos. No entanto, essa medida pode ter consequências negativas para a economia global, e muitos estão preocupados com o impacto que isso terá nos mercados financeiros. É uma decisão ousada e pode ter consequências graves, mas Trump está determinado a seguir em frente com seu plano. A economia global está em jogo, e todos estão esperando para ver como as coisas se desenrolarão.
Impacto do Trump no Mercado Financeiro
A incerteza em torno das tarifas impostas por Trump tem gerado um clima de instabilidade no mercado financeiro, afetando a renda variável em todo o mundo. No Brasil, o Ibovespa apresentou uma leve alta de 0,03%, fechando em 131.190 pontos, mas com um saldo negativo de 0,54% para a semana. No entanto, o índice já se valorizou mais de 9% no ano. A liquidez da bolsa permanece baixa, com um giro de R$ 12,5 bilhões, abaixo da média diária dos últimos 12 meses.
O jornal americano Wall Street Journal publicou uma matéria que coloca o Brasil entre os ganhadores da guerra comercial deflagrada por Trump. No entanto, existem diferentes opiniões sobre como as tarifas devem ser aplicadas, com alguns defendendo que apenas os países com barreiras tarifárias contra produtos americanos devem ser afetados. O Brasil pode ser afetado, especialmente no setor siderúrgico, onde Trump já elevou as tarifas sobre o aço e o alumínio importados.
Consequências da Guerra Comercial
A guerra comercial pode ter consequências graves para a economia global, incluindo a estagflação nos EUA. O diretor-executivo de investimentos da Empiricus, Felipe Miranda, explicou que o ambiente de incerteza pode alimentar os temores de estagflação, especialmente se a desaceleração da economia americana for severa. No entanto, se a desaceleração for leve, pode ser benéfica para os mercados emergentes, especialmente se o capital continuar a sair das big techs para os mercados emergentes.
O Goldman Sachs elevou recentemente as chances de recessão severa nos EUA para 35%. Esse cenário tem sustentado o enfraquecimento do dólar, algo que Trump e sua equipe econômica defendem como necessário para tornar os produtos americanos mais competitivos no mercado externo. O presidente, um republicano, acredita que a moeda americana forte prejudicou os EUA, tornando seus produtos mais caros e atraindo mais agentes para comprar títulos de sua dívida pública.
Impacto no Setor Siderúrgico
O setor siderúrgico é um dos mais afetados pela guerra comercial, especialmente com a elevação das tarifas sobre o aço e o alumínio importados. O Brasil é um dos principais produtores de etanol, que é exportado para os EUA. Além disso, a dupla tarifação no setor siderúrgico pode ter consequências graves para a economia brasileira. O mercado financeiro está atento às notícias sobre a guerra comercial e suas consequências para a economia global, especialmente com a presença de Trump, um presidente republicano, que tem sido um dos principais articuladores da guerra comercial.
Fonte: @ Valor Invest Globo
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