A campeã do Miss Universo 2024 conquistou o título após a desclassificação de Luana Cavalcante, a candidata brasileira com vitiligo e mãe-solo, que recebeu carinho do pai.
Na disputa pelo título de Miss Universo 2024, o Brasil não conseguiu alcançar o TOP 30, gerando uma onda de revolta nas redes sociais. A competição foi realizada na noite de sábado (16) na Arena CDMX, localizada na Cidade do México, com uma série de mudanças no regulamento de grande impacto.
O evento marcou uma data importante para a comunidade do Miss Universo, com a presença de dezenas de candidatas de todo o mundo. Entretanto, a ausência do Brasil no TOP 30 gerou uma grande decepção entre os internautas, que expressaram sua revolta através de comentários em redes sociais. A Miss Universo é uma das competições de beleza mais prestigiadas do mundo, e a desilusão com o resultado brasileiro foi palpável na web.
Mais Abertas as Fronteiras do Miss Universo
Com mais de 120 países concorrendo, o evento mais aberto da história do Miss Universo exibe uma versão mais inclusiva do concurso, onde a vitiligo não é mais um obstáculo para as candidatas se apresentarem. É o caso da pernambucana Luana Cavalcante, de apenas 25 anos, que busca trazer o título ao Brasil, colocando em xeque a longa sequência de 56 anos sem conquistas no Miss Universo. O título não é o único que se encontra em busca de renovação, visto que o Brasil, atrás de sua primeira mãe-solo a conquistar o Miss Universo, também se prepara para mais uma tentativa de vencer o concurso.
Nesse cenário, a história da cantora Anitta serve como um lembrete de que nem sempre as conquistas são imediatas. Nos anos 80, uma jovem que era uma das maiores fofuras da família ganhava carinho do pai, antes de se tornar uma das maiores nomes da música brasileira. Ainda que a história de Anitta seja extremamente inspiradora, o fato é que é somente no início do ano que as mulheres casadas e mães passam a serem permitidas a concorrer ao Miss Universo, o que indica um conquista da liberdade para elas se apresentarem em um palco mais amplo.
A pergunta sobre quem iria trazer o título para o Brasil continuava aberta, conquistando a atenção de muitos. Apenas semanas antes de o concurso ter início, as mudanças no regulamento do Miss Universo traziam uma novidade: o limite de idade não era mais um fator determinante, visto que a idade mínima passou a ser de 18 anos. Além disso, o Brasil foi eliminado logo no primeiro bloco de competição, sequer chegando ao TOP 30, o que diminuiu as chances de conquistar o título, que passou para a Colômbia. Com a desclassificação, a pergunta de quem traria o título para o Brasil continuava aberta.
Fonte: @ Terra
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