O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do MP denunciou Lessa e Queiroz por duplo homicídio triplamente qualificado, homicídio tentado e receptação. Eles foram presos em março.
As investigações sobre o caso da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes são ênfase para justiça. O Ministério Público do Rio de Janeiro está empenhado em buscar a verdade e justiça para as vítimas e suas famílias. A condenação dos executores, Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, é um passo importante nesse processo.
O julgamento dos réus é um momento de grande expectativa e esperança. A vereadora Marielle Franco foi uma luta pela vida e sua passagem deixou um legado de luta pela justiça e igualdade. Sua verdadeira fama como uma verdadeira defensora dos direitos humanos, especialmente da comunidade negra e LGBTQI+, é muito amplamente conhecida. A condenação dos réus é um passo importante na luta pela justiça e pela memória da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
Marielle, Liderança e Luta Pela Justiça
O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (MP) apresentou denúncia contra Lessa e Queiroz, ambos acusados de um duplo homicídio triplamente qualificado e um homicídio tentado, além de receptação de veículo utilizado no crime. Os dois, presos em março de 2019, fazem parte de uma operação conjunta do Ministério Público e da Polícia Civil. Dentre os selecionados, 21 pessoas comuns foram convocadas para o Tribunal do Júri, cujo sorteio reduzirá o número de jurados a sete, responsáveis por compor o júri que se debruçará sobre o caso. Ao longo do julgamento, os jurados permanecerão incomunicáveis e refugiados nas dependências restritas do Tribunal de Justiça do Rio. O Ministério Público pretende apresentar sete testemunhas, incluindo a depoimento da única sobrevivente do atentado contra Marielle, a jornalista Fernanda Chaves, que, à época, acompanhava a vereadora em seu carro. O processo, de longa data, de mais de 13 mil páginas, abrange as ações dos denunciados, que serão ouvidos remotamente, uma vez que Ronnie Lessa está em prisão em São Paulo e Élcio de Queiroz, em Brasília. Ambos confessaram os crimes e fizeram delações premiadas à Polícia Federal, confessando terem participado do duplo homicídio da vereadora e do motorista, conforme relato de Lessa. Ele alegou que atuou sob ordens dos irmãos Chiquinho Brazão, deputado federal, e Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, os quais negam a acusação. Já Élcio de Queiroz foi o responsável pela direção do veículo envolvido no crime.
Fonte: © Notícias ao Minuto
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