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A vítima Edilene Silveira Sartori foi assassinada por Edson de Jesus, um homem de 41 anos, que se encontra sob suspeita do crime. Em declarações à imprensa, a delegada Angélica Giovanella esclareceu que a vítima foi encontrada enterrada no quintal da residência do suspeito, após uma extensa investigação.
O suspeito Edson de Jesus admitiu ter matado a vítima a facadas e com uma anilha de academia em Canoas, região metropolitana de Porto Alegre (RS). A vítima, conhecida como vítima Edilene Silveira Sartori, era namorada do assassino e tinha 38 anos. Edson de Jesus confessou o crime logo após a polícia localizar o corpo da vítima.
Perseguição e Desaparecimento de Edilene: Investigação Aberta
Na noite de sexta-feira (1º), o homem, primeiras suspeitas recaíram sobre Edson, em virtude de seu histórico de abuso sexual. Ele chegou a registrar um boletim de ocorrência no dia 27 de janeiro, alegando que Edilene havia desaparecido. Contudo, seus argumentos foram recebidos com ceticismo pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul. Os investigadores decidiram visitar a residência de Edson, localizada na academia da família da vítima, em busca de pistas do paradeiro de Edilene.
Descoberta do Cadáver e Suspeição
Ao realizar buscas no quintal da casa, o corpo de Edilene foi encontrado enterrado. A vítima apresentava ferimentos graves, incluindo oito perfurações na região do abdômen e duas no pescoço. A casa onde o corpo foi encontrado continha manchas de sangue na parede, demonstrando o grau de violência utilizado no crime. Edilene deixou três filhos: um adolescente de 16 anos e dois menores, de 13 e 8 anos. Sua morte causou grande impacto na comunidade, com muitos expressando solidariedade à família da vítima.
Investigação e Suspeito
A investigação apontou que o suspeito, Edson, havia abusado sexualmente de uma parente de Edilene em uma ocasião anterior. A discussão sobre esse crime poderia ter motivado a agressão contra Edilene. Segundo a delegada, Edson mesmo relatou ter se tornado descontrolado após a discussão e ter agredido a vítima inicialmente com uma aninha e, posteriormente, com golpes de faca. O tribunal converteu a prisão de Edson para preventiva, considerando necessário para a devida instrução do inquérito policial e para garantir a ordem pública.
Fonte: @ Hugo Gloss
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