Criminosos usam cibersegurança fraca para ataques homográficos durante declaração do Imposto de Renda
Os golpistas estão cada vez mais criativos em suas tentativas de enganar os contribuintes, criando páginas semelhantes às da Receita Federal para aplicar crimes relacionados ao Imposto de Renda. Esses golpistas utilizam técnicas sofisticadas para convencer as pessoas a fornecer informações pessoais e financeiras, o que pode levar a consequências graves, como perda de dinheiro e comprometimento da segurança online.
Além disso, esses criminosos e fraudadores também estão utilizando técnicas de cibercrime para aplicar golpes, como o phishing, que consiste em enviar e-mails ou mensagens que parecem legítimas, mas que na verdade são tentativas de obter informações confidenciais. É importante que as pessoas estejam atentas e _não forneçam informações pessoais_ em páginas suspeitas ou em resposta a e-mails duvidosos. Os golpistas e cibercriminosos estão sempre procurando novas maneiras de enganar as pessoas, por isso é fundamental estar _sempre vigilante_ e _proteger as informações pessoais_. Além disso, é fundamental lembrar que a Receita Federal nunca solicita informações pessoais por e-mail ou por páginas não oficiais.
Alerta Contra Golpistas
De acordo com a Redbelt Security, uma consultoria brasileira especializada em cibersegurança, mais de 1404 páginas falsas estão no ar, simulando sites da Receita Federal e de escritórios de contabilidade, criadas por cibercriminosos para enganar consumidores perto do período de declaração do Imposto de Renda. Esses golpistas estão sempre à procura de novas maneiras de aplicar seus golpes, e os criminosos não hesitam em criar páginas fraudulentas para atrair vítimas. Além disso, os fraudadores também estão envolvidos nesse tipo de atividade criminosa, utilizando técnicas de engenharia social para convencer as pessoas a revelar informações confidenciais.
No período de uma semana, do dia 17 de março até o dia 24 de março, foram criadas 234 novas páginas fraudulentas, com média de 33 páginas por dia e alta de 20% no período, segundo o levantamento. Isso mostra que os golpistas estão cada vez mais ativos e que os crimes relacionados à cibersegurança estão aumentando. A Receita Federal ainda não há relatos de vítimas dessas páginas este ano, mas é importante estar alerta para evitar ser vítima desses golpistas.
Tipos de Golpes
Os golpistas mais comuns envolvem páginas maliciosas de falsos contadores, que oferecem elaboração e entrega da declaração online do Imposto de Renda por valores promocionais, com formas de pagamento atrativas. Inclusive, os criminosos possuem contato de WhatsApp e e-mail para tirar dúvidas, simulando um atendimento legítimo de um escritório de contabilidade. Além disso, os cibercriminosos também criam páginas que simulam o site da Receita Federal, alertando o contribuinte sobre um valor que ele teria a receber em seu CPF e que está perto do vencimento. Os fraudadores também estão envolvidos nesse tipo de golpe, utilizando técnicas de engenharia social para convencer as pessoas a revelar informações confidenciais.
Outro tipo de página fraudulenta são as que simulam o site da Receita Federal, alertando o contribuinte sobre um valor que ele teria a receber em seu CPF e que está perto do vencimento. Há um botão em que ele deve clicar para resgatar o valor e recebê-lo na sua conta. Também são comuns mensagens atrativas, como ‘Escape da malha fina!’, com a condição de que a pessoa clique em um link e deixe todos os seus dados, inclusive bancários. Os golpistas estão sempre à procura de novas maneiras de aplicar seus golpes, e os criminosos não hesitam em criar páginas fraudulentas para atrair vítimas.
Prevenção Contra Golpistas
Como identificar uma página falsa? De acordo com o especialista, a lógica por trás de uma postura que garanta segurança na internet é sempre ‘confiança zero’ e os usuários devem sempre verificar o nome e a idade do domínio. Como não é possível usar o mesmo endereço do original, os golpistas criam algo semelhante no intuito de enganar um usuário desavisado. Isso se chama ‘ataque homográfico’. Como as alterações às vezes são mínimas (uma letra a mais, alguma diferença na escrita), é importante ler com atenção. Algo como ‘receitafderal.gvo’, por exemplo, poderia passar batido para um olho desatento. Os cibercriminosos e os fraudadores estão sempre à procura de novas maneiras de aplicar seus golpes, e os crimes relacionados à cibersegurança estão aumentando.
Para verificar a idade do domínio, os consumidores devem acessar ferramentas como o Whois, que está em muitas plataformas de hospedagem, como o Registro.br. Lá é possível verificar as informações sobre um determinado site, incluindo o responsável por ele e o tempo que está no ar. Quanto mais recente o domínio, maior o risco de ele ser falso. O dono do domínio pode pagar para ocultar esses dados, então somente esta verificação pode não ser suficiente. É preciso estar sempre alerta para evitar ser vítima desses golpistas, e os criminosos e os cibercriminosos devem ser combatidos com medidas de segurança eficazes. Além disso, os fraudadores também devem ser punidos por seus crimes, e os crimes relacionados à cibersegurança devem ser combatidos com medidas de prevenção e educação.
Fonte: @ Valor Invest Globo
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