Corte entendeu pelo encerramento do estado de coisas inconstitucional na unidade federativa para garantir direitos fundamentais e segurança pública.
A letalidade das operações policiais no Estado do Rio de Janeiro foi um tema de grande debate durante o julgamento da ‘ADPF das Favelas’, que teve seu desfecho em uma sessão plenária na quinta-feira, 3. A decisão do STF de declarar encerrado o estado de coisas inconstitucional no Estado do Rio de Janeiro trouxe alívio para muitos, mas também levantou questões sobre a letalidade das ações policiais e como elas afetam a população. A situação no Estado do Rio de Janeiro é complexa e requer uma abordagem cuidadosa para evitar mais conflitos.
A violência e a mortandade decorrentes das operações policiais são um problema grave que afeta a sociedade como um todo. O homicídio e o assassinato são crimes que ocorrem com frequência em áreas onde a presença policial é intensa, e a letalidade das ações policiais é um fator que contribui para essa situação. Além disso, a violência policial pode levar a uma espiral de violência e morte, tornando ainda mais difícil encontrar soluções para o problema. A letalidade das operações policiais é um tema que precisa ser discutido e abordado de forma eficaz para evitar mais tragédias e dor para as famílias afetadas. A justiça e a segurança são direitos fundamentais que devem ser protegidos e respeitados, e a letalidade das ações policiais é um obstáculo que precisa ser superado para alcançar esses objetivos. Medidas eficazes devem ser tomadas para reduzir a letalidade e promover a paz e a segurança no Estado do Rio de Janeiro. Esperança e mudança são necessárias para um futuro melhor.
Introdução à Letalidade Policial
A Corte Suprema reconheceu que houve avanços significativos nas políticas adotadas pelo governo estadual do Rio de Janeiro, mas ressaltou que ainda há diversas medidas que precisam ser efetivamente implementadas para reduzir a letalidade policial. A política de segurança pública adotada pelo então governador Wilson Witzel foi questionada pelo PSB, que alegou que ela estimulou o conflito armado e expôs os moradores de áreas conflagradas a profundas violações de direitos fundamentais, incluindo a violência, a mortandade, o assassinato e o homicídio.
A decisão da Corte foi proferida em nome do STF como um todo, sem atribuição expressa a um ministro, e determinou novas providências estruturais para reduzir a letalidade policial. O objetivo da ADPF não é fazer juízo sobre a atuação individual de policiais ou desvalorizar o trabalho das corporações, mas assegurar que o aparato institucional da segurança pública no Rio esteja conforme a Constituição Federal e os tratados internacionais ratificados pelo Brasil, garantindo a proteção dos direitos humanos e a construção de políticas de segurança que não sejam antagônicas.
Avanços e Desafios na Redução da Letalidade
A Corte destacou os avanços desde a instauração da ação, há mais de cinco anos, como a instalação de câmeras nos uniformes policiais e o protocolo de comunicação prévia das operações. Também ressaltou o acompanhamento do Ministério Público às ações, que demonstram um compromisso significativo com a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos, ainda que a política de redução da letalidade esteja longe do ideal constitucional. No entanto, a letalidade policial ainda é um problema grave, que envolve a violência, a mortandade, o assassinato e o homicídio, e requer medidas eficazes para ser reduzida.
Diante disso, o STF considerou que não é mais cabível a declaração de um ‘Estado de Coisas Inconstitucional’ na política de segurança fluminense, mas que ainda há providências estruturais essenciais a serem implementadas, como a criação de indicadores específicos sobre uso excessivo da força e vitimização de civis, inclusive em confrontos com autoria indeterminada. A transparência, o controle externo e o uso da força são fundamentais para reduzir a letalidade policial e garantir a segurança pública, que é um direito fundamental.
Medidas para Reduzir a Letalidade Policial
O Supremo determinou que o Estado do Rio de Janeiro adote medidas para aprimorar a coleta e a divulgação de dados sobre letalidade policial, incluindo a criação de indicadores específicos sobre uso excessivo da força e vitimização de civis. Esses dados devem ser amplamente publicizados de forma desagregada, com informações sobre a corporação e a unidade envolvidas, se o agente estava em serviço e se a morte ocorreu no contexto de operações policiais. Além disso, o Estado deve implementar medidas para reduzir a letalidade policial, como a formação e treinamento de policiais, a implementação de protocolos de atuação e a criação de mecanismos de controle e fiscalização, para garantir a segurança pública e reduzir a violência, a mortandade, o assassinato e o homicídio.
A Corte também destacou a importância da colaboração entre as instituições e a sociedade civil para reduzir a letalidade policial e garantir a segurança pública, que é um direito fundamental. A letalidade policial é um problema complexo que envolve a violência, a mortandade, o assassinato e o homicídio, e requer uma abordagem integral e eficaz para ser reduzida. O Estado de Coisas, as políticas adotadas, as medidas ordenadas, a segurança pública e os direitos fundamentais são fundamentais para garantir a redução da letalidade policial e a segurança pública.
Fonte: © Migalhas
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