Felicidade é um estado difícil, com curva em U, influenciada por relacionamentos sociais.
A busca pela felicidade é um tema recorrente em diversas áreas do conhecimento, incluindo a psicologia e a economia. Em 2010, um artigo publicado na The Economist discutiu a ideia do gráfico em forma de U que acompanha a felicidade ao longo da vida, sugerindo que a felicidade atinge seu ponto mais baixo na meia-idade. Essa teoria tem sido amplamente debatida e explorada em diferentes contextos, sempre com o objetivo de entender melhor como a felicidade se desenvolve ao longo dos anos.
A ideia de que a felicidade segue uma curva em formato de ‘U’ é fascinante, pois sugere que a satisfação e o bem-estar podem ser alcançados em diferentes estágios da vida. Além disso, a alegria e o contentamento também são fatores importantes que contribuem para a felicidade. A felicidade é um estado de espírito que pode ser influenciado por muitos fatores, incluindo a saúde, as relações sociais e a realização pessoal. A busca pela felicidade é um processo contínuo, que requer esforço e dedicação para alcançar um estado de felicidade duradoura. A felicidade é um tema complexo e multifacetado, que continua a ser explorado e debatido por especialistas e pesquisadores em diversas áreas do conhecimento.
Introdução à Felicidade
A busca pela felicidade é um tema recorrente em diversas áreas do conhecimento, incluindo a economia, a psicologia e a sociologia. O economista Andrew Oswald é um dos principais defensores da ideia de que a felicidade segue uma curva em U, com picos na infância e na velhice, e um vale na meia-idade, conhecido como crise da meia-idade. Essa crise é caracterizada por uma combinação de fatores que podem levar a uma diminuição da felicidade, incluindo mudanças nos relacionamentos sociais, na saúde e na estabilidade financeira. A felicidade é um conceito complexo que envolve a satisfação com a vida, a predominância de emoções positivas e a ausência de experiências negativas, contribuindo para o bem-estar e a alegria.
A felicidade é composta por vários fatores, incluindo a satisfação com a vida, a predominância de emoções positivas e a ausência de experiências negativas, sejam elas reais ou imaginárias. Em resumo, nos sentimos mais felizes quando a balança pesa mais para o lado dos sentimentos positivos, como o trabalho, o amor, a sensação de paz e o bem-estar consigo mesmo, enquanto os aspectos negativos, como medos, baixa autoestima, depressão e raiva, são menos frequentes. O contentamento e a alegria também desempenham um papel importante na felicidade, pois refletem a satisfação com a vida e a capacidade de apreciar os momentos positivos.
Modelo de Bem-Estar
De acordo com o modelo de bem-estar de Ryff, existem seis fatores que influenciam nossa felicidade: propósito de vida, autoaceitação, estabilidade financeira, crescimento pessoal, controle sobre o ambiente e relacionamentos positivos. Esses fatores contribuem para a satisfação com a vida e para a felicidade, permitindo que as pessoas avaliem o quão satisfeitas estão com a vida em geral e atribuam uma nota de 0 a 10, sendo 0 a pior vida possível e 10 a melhor. Com base nesses dados, crianças e idosos são considerados os mais felizes, pois ainda não desenvolveram medos de fracasso, não trabalham por dinheiro, têm muitos relacionamentos sociais e não se preocupam com a autoestima ou a aparência física, o que contribui para o contentamento e a alegria.
À medida que envelhecemos, nosso cérebro muda sua ‘aparência’ e começamos a valorizar mais o positivo, focamos menos na aparência física e temos o que chamamos de ‘uma vida sem filtros’, na qual ouvimos nossa avó fazer um comentário que ela não teria feito 30 anos atrás. Isso reflete a capacidade de apreciar a vida de forma mais autêntica e sem preocupações, o que é fundamental para a felicidade e o bem-estar. A vida sem filtros é um conceito que se refere à capacidade de viver a vida de forma autêntica, sem se preocupar com o que os outros pensam, e é um fator importante para a felicidade e o contentamento.
Adolescência e Felicidade
A adolescência é um período marcante para fazer novas amizades e viver experiências intensas, mas também é uma fase de transformações hormonais, crises de identidade e inseguranças que podem comprometer a sensação de felicidade. O Relatório Mundial da Felicidade de 2024 aponta que a teoria da curva em U pode não ser totalmente precisa, pois os adolescentes têm demonstrado uma queda na satisfação com a vida em comparação com gerações anteriores. Além dos desafios típicos dessa fase, o uso excessivo de smartphones tem sido apontado como um fator que tanto pode ajudar quanto prejudicar o bem-estar dos jovens, o que pode afetar a satisfação e a alegria. Desde 2012, o bem-estar psicológico dos adolescentes vem caindo significativamente, e o aumento do tempo de tela e a diminuição das interações sociais presenciais são algumas das principais razões pelas quais os adolescentes de hoje se sentem menos felizes e menos satisfeitos com a vida, o que pode levar a uma diminuição do contentamento e da alegria.
Fonte: @ Minha Vida
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